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Seminário de Artesanato destaca união da categoria para crescimento do setor

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Desenvolver e reforçar parcerias na busca do crescimento pessoal e do setor foi assunto em destaque no I Seminário de Artesanato de Macaé e Região, realizado na quarta-feira (29). Outra pauta em debate é a criação de produtos que sejam marcas identificadas com cada cidade ou região. O evento contou com a presença de membros da Federação de Artesãos do Estado do Rio de Janeiro – Faciart-RJ. Na ocasião, a entidade empossou a presidente da Associação Municipal de Artesãos de Macaé – Assamm, Maria da Paz, como representante regional da categoria. Na abertura, o grupo de dança Portadores da Alegria se apresentou levando mais brilho à tarde que reuniu dezenas de artesãos fluminenses no Teatro Municipal de Macaé. O Seminário teve apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

Visto como um viés importante para a economia, o artesanato tem hoje grande influência na renda familiar. "O artesanato é uma das mais belas representações culturais de um país. São manifestações que retratam gerações e gerações ao longo do tempo. Por isso é importante que se leve em conta o aproveitamento de matérias primas disponíveis na criação das peças, de forma a agregar valor ao produto visando interesse de mercado", enfatizou a secretária de Cultura de Macaé, Tânia Jardim. Presente ao seminário, o secretário de Trabalho e Renda, Leonardo Pessanha mencionou a política pública do município, conceituada em autossustentabilidade para todos. "Apoiamos a construção de uma rede unindo a força de trabalho de todos os artesãos, e já considero a realização do seminário como um começo para esse objetivo maior", disse.

A coordenadora de artesanato em Macaé, Maria da Paz, falou de projetos, de integração e de projeção para o futuro: "Cada peça que eu crio é como um filho, mas após dar à luz ele já não é mais meu. Tudo que entra na rede pode ser copiado. Assim eu vejo nosso processo de criação. Não podemos ficar parados, só olhando, queremos produtividade!", ilustrou Maria da Paz, que desempenhou ainda o papel de cerimonialista no evento. Ela citou várias mulheres com papel importante para o artesanato local, entre elas, dona Magali Machado, que desenvolve trabalho de referência na comunidade das Malvinas há cerca de 10 anos.

Falando em nome da Faciart-RJ, o vice-presidente da Federação, Rafael Henrique, parabenizou o esforço de juntar os artesões da região em torno de um projeto amplo que irá reforçar a produção e comercialização do artesanato, atendendo aos interesses da categoria e do mercado. Os benefícios de fazer parte de uma federação foram apresentados à platéia em PowerPoint. O secretário de Cultura de Queimados, Marcelo Lessa e a secretária de Cultura de Carapebus, Dulce Cordeiro, tiveram participação ativa no seminário, e apostam nos efeitos positivos que virão com as novas parcerias.

 

Jornalista Marilene Carvalho

 

seminário artesão

 

Notas

Macaé promove segundo Seminário sobre Violência

O segundo Seminário sobre Violência, promovido nesta quarta-feira (29), reuniu 160 participantes e colocou em pauta a prevenção de violências contra o sexo feminino, a equidade e a ideologia de gênero machista. O evento, organizado pela prefeitura, aconteceu das 9 às 13 horas e de 14 às 18 horas, no Auditório Cláudio Ulpiano, na Cidade Universitária. A Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Cidadania, a Coordenadoria de Políticas para Mulheres e o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) foram responsáveis pela programação.

A importância do seminário foi destacada pela Secretária de Desenvolvimento Social, Tatiana Pires. "A violência está em toda parte, em todas as classes sociais, não está restrita à raça, cor de pele, religião. O município tem equipamento de proteção para acolher a mulher vítima de violência, que vem fragilizada, mas é atendida por um trabalho de rede de modo a garantir a essa mulher a segurança", disse a secretária.

Satisfeita com a adesão pública ao evento, a coordenadora de políticas para mulheres e do Ceam, Jane Roriz, evidenciou os dados: em 2016 foram 3.921 atendimentos sociais, psicológicos e jurídicos pela equipe técnica, formada por assistentes sociais, psicólogos e advogados, referenciados por algum órgão que atende as mulheres ou por demanda espontânea.

Fonte: Equipe da SECOM